03 de Junho de 2009

Boa tarde Sr. Jorge

 

  Por acaso já sabia desses seus ascendentes, pois numa pesquisa que fiz sobre Pombalinho na net, acabei por aceder ao geneall.net, e aí pude verificar que tem raízes aqui. Inclusivé cheguei a inscrever-me no site para lhe puder responder acerca dos registos paroquiais que procurava, mas acabei por não o fazer pois a informação que lhe iria dar não estaria correcta. Foi através dos seus comentários com seus colegas que descobri que podíamos ver os registos paroquiais mais antigos via net, no arquivo da universidade de Coimbra, mas dos quais não se consegue perceber muito.

  Eu própria já cheguei a consultar os registos paroquiais daqui, só por curiosidade, para saber quem eram os meus antepassados, mas só consegui ir até 1800.

  Quanto ao blog ainda bem que gostou da iniciativa, pois eu realmente sinto-me muito triste ao ver o sitio onde já passei 25 anos de vida, a desaparecer aos poucos, realmente gostava de fazer algo mais.

  Só por curiosidade, ainda existe uma familia Mota aqui na freguesia , será que têm algo a ver consigo?!!

 

Volte sempre!!

publicado por pombalinho-soure às 16:00

Jorge Mota:
Bom Dia,

Ainda bem que continua empenhada no desenvolvimento do Blog sobre Pombalinho, e espero que os seus conterrâneos venham a demonstrar mais interesse por esta sua salutar iniciativa.
Quanto à família Mota que existe na freguesia, é bastante provável que tenha a mesma origem, dado que os primeiros Motas que surgem no local, segundo os registos paroquiais, são os que resultam da geração do casamento em 1805 de António José da Motta (natural de Vila Verde / Braga) com Joaquina Rosa de Sá (natural de Cotas), casamento este que originou 11 filhos:

1) Victorina da Conceição (1806-1854), morreu solteira em Pombalinho;
2) José Narciso (1807), Bacharel em Direito, casou no Rabaçal e lá teve geração;
3) Joaquina da Nazareth (1808-1852), morreu em Pombalinho;
4) Joaquim José (1808), Doutor em Canônes, juiz de direito, este é o meu ramo;
5) Gilberto (1809), morreu criança;
6) Gilberto José (1811), que casou e teve geração em Pombalinho, como está referido no Geneall.net;
7) António José (1812), foi professor primário em Pombalinho;
8) Emília Maria (1813);
9) Agnelo (1814);
10) Rosália da Natividade (1815);
11) Maria Joaquina (1816).

Do que referi anteriormente, penso que os Motas actualmente existentes serão muito provavelmente descendentes de Gilberto José (N.º6), António José (N.º7) e Agnelo (N.º9).
Se algum dos seus conterrâneos Motas tiver curiosidade, não me importo em fazer ligação à minha árvore e lhe facultar dados sobre a história da família.

Aproveito para lhe perguntar, se Pombalinho perdeu a categoria de Vila, que teve pelo menos até ao Sec. XIX, tendo sido até concelho até 1836?

Cumprimentos,

Jorge Mota
11 de Junho de 2009 às 11:05

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